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A 2º Vara Criminal de Suzano aceitou o pedido de revogação da prisão preventiva de Marcio Germano Masson, acusado de fornecer munições para Guilherme Tauci Monteiro e Luiz Henrique de Castro no assassinato que vitimou cinco alunos e duas funcionárias da Escola Estadual Raul Brasil, em 13 de março. Antes de entrar na escola, a dupla matou um proprietário de loja de automóveis e, após o antedato na unidade, a dupla se matou. De acordo com as informações do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), o pedido de revogação da prisão preventiva foi apresentado na terça-feira passada pelos advogados de Masson. O alvará de soltura foi cumprido dois dias depois.
No entanto, apesar da revogação, Masson não será solto, já que responde pelo crime de posse e comercialização de armas de fogo e munição. As informações do Tribunal de Justiça especificaram também que em defesa do acusado foi apresentado o argumento de que não existem provas consistentes da participação dele nos homicídios.
Por sua vez, o Ministério Público, em parecer favorável à revogação da prisão, reconheceu que o acusado é proprietário de uma clínica, é casado, tem filhos, detém domicílio fixo, é primário e não tem maus antecedentes.
Na data da prisão, dia 6 de março, os policiais encontraram armas e munições de diferentes calibres, uma espingarda de pressão, anabolizantes, um celular e dois pen drives na casa de Masson. O mandado de busca e apreensão foi efetuado na residência.
(*Texto supervisionado pelo editor.)
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