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Um grupo representativo de ativistas ambientais esteve na manhã de ontem no auditório da Câmara Municipal de Bertioga para acompanhar a audiência pública proposta pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) para discutir a concessão do lote de rodovias que dão acesso ao litoral paulista. Majoritariamente, o grupo questionou o departamento estadual sobre os impactos que tais obras propostas acarretarão na fauna e flora bertioguense.
"Minha grande preocupação neste projeto é com a natureza e os impactos que estas obras vão trazer para o meio ambiente. Temos três parques naturais na cidade e precisamos preservá-los", disse a professora de Música e ativista ambiental, Vilma Abonanza, de 69 anos.
Amena
Bem mais controlada que a audiência pública realizada na última segunda-feira em Mogi das Cruzes, quando as discussões se deram pela instalação de uma praça de pedágio na rodovia Mogi-Dutra (SP-88), os participantes pouco se manifestaram e, quando o fizeram, dirigiam-se justamente aos impactos ambientais causados, por exemplo, pela duplicação da rodovia Rio-Santos (BR-101).
"Esse é um projeto para agradar turistas em feriado, povo vai ser castigado, perdendo a condição de solo e água", concluiu a professora Vilma. (F.A.)
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