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A Defesa Civil de Mogi das Cruzes informou que a estrutura do galpão usado como escritório e fábrica de uma empresa de artigos para motociclistas, na avenida Francisco Rodrigues Filho, na Villa Suíssa, foi abalada e provavelmente precisará ser demolida devido ao incêndio na noite da última terça-feira, contido durante a madrugada.
Um dos proprietários da empresa, Dimas Matos, disse que metade do imóvel, localizado na parte de trás da avenida, na rua Adolfo Luts, onde houve maiores danos, inclusive com o colapso da estrutura, será demolida. Para apresentar um parecer técnico à prefeitura sobre a outra metade do prédio, localizada na avenida Francisco Rodrigues Filho, será contratada uma empresa especializada neste tipo de situação. A contratação desta empresa, de acordo com Matos, foi uma indicação da própria Defesa Civil, preocupada com o estado do prédio.
Em resumo, o departamento da prefeitura avaliou que a estrutura foi abalada. Cabe agora aos proprietários da área apresentar as medidas que serão tomadas, seja o projeto de demolição, ou o de recuperação. Este último com uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), responsabilizando a empresa contratada por possíveis futuros danos.
O galpão com aproximadamente 9 mil metros quadrados era de uma das filiais da empresa ASW, que tem o nome atrelado ao mundo do motocross. Com 34 anos de funcionamento na cidade, a empresa emprega 90 funcionários que, desde o incêndio, não estão indo trabalhar. "Por enquanto eles ainda estão em casa. Não posso afirmar qual vai ser o procedimento que vamos adotar até ter certeza dos valores que serão passados para nós pela seguradora", disse Matos sobre a situação de seus funcionários.
Relembre o caso
O galpão pegou fogo por volta das 23h15 da última quarta-feira. O prédio foi totalmente atingido pelas chamas, o que comprometeu a estrutura, desabando parte da fábrica.
Ao todo, 48 profissionais que participaram da ação para conter as chamas precisaram utilizar 82 mil litros de água para controlar o incêndio. Além do Corpo de Bombeiros de Mogi, os departamentos de Suzano, Ferraz, Itaquá, Guarulhos e São Paulo contribuíram na operação.
*Texto sob supervisão do editor.
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