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Investimentos para a melhoria da mobilidade urbana em Mogi das Cruzes foram o tema de uma reunião realizada na última segunda-feira, em Brasília, entre o secretário nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos, Jean Carlos Pejo, com os secretários municipais de Transportes, José Luiz Freire de Almeida, e de Obras, Walter Zago. O encontro faz parte das ações determinadas pelo prefeito Marcus Melo para a busca de recursos para investimentos em obras e serviços em Mogi das Cruzes.
"Estamos buscando o apoio do governo federal para questões muito importantes, que trarão avanço para a cidade. A mobilidade urbana é uma prioridade para a Mogi das Cruzes e os projetos apresentados em Brasília são parte de um planejamento para melhorar a qualidade de vida da população", destacou Marcus Melo, que já esteve na capital federal em reuniões com representantes do governo federal.
Durante o encontro, foram reforçadas solicitações de Mogi das Cruzes que estão no programa Avançar Cidades. "Foi uma reunião bastante positiva, em que discutimos demandas da cidade que estão sob a responsabilidade da Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos. O secretário foi receptivo às propostas apresentadas por Mogi das Cruzes", afirmou José Luiz.
Entre as solicitações apresentadas, está a implantação de 600 novos abrigos para pontos de ônibus, que seriam instalados em todas as regiões da cidade. O investimento é de R$ 6,7 milhões e prevê a implantação de estruturas diferenciadas, com painéis de energia solar, cobertura com proteção UVB e UVA, fechamento lateral com material transparente, locais com USB para recarregamento de aparelhos eletrônicos e espaço para pessoas com deficiência.
No momento, a prefeitura está implantando 100 novos abrigos que foram adquiridos ao longo do ano passado. Além disso, já está prevista a compra de outros 200 abrigos para este ano.
Também foi apresentado um projeto para a criação de um sistema cicloviário, que ligaria os dois extremos da cidade, os distritos de Jundiapeba (extremo oeste) e de Sabaúna (extremo leste), passando pela região central. O projeto também integra os 21 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas existentes com outros 30 quilômetros que seriam implantados. Ele também prevê a integração com outros modais de transporte, como os Terminais Central e Estudantes e as quatro estações da CPTM existentes na cidade.
Também foram solicitados recursos para a implantação de uma Central de Controle Operacional para o Trânsito e Transporte Coletivo, inclusive com painéis para informação em tempo real para motoristas, e projetos para o transporte coletivo - incluindo novos empreendimentos, redução no tempo de viagens e de espera - e para o trânsito, com foco nas diretrizes do Plano Municipal de Mobilidade Urbana.
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