O projeto de ampliação da Maternidade da Santa Casa de Misericórdia de Mogi das Cruzes está totalmente aprovado tecnicamente pelo Estado, que reconhece a necessidade do investimento, mas ainda depende de ajustes financeiros para ser executado. O pleito foi o principal assunto de ontem, quando o secretário estadual de Saúde, Marco Antonio Zago, e sua equipe técnica receberam a visita do prefeito Marcus Melo (PSDB) e do secretário de Saúde, Marcello Cusatis, acompanhados do deputado estadual Marcos Damasio (PR), em São Paulo.
O secretário informou que a Pasta não possui verba para execução do projeto de ampliação, orçado em R$ 1,8 milhão. "Não temos esse recurso em caixa para atender à solicitação nesse momento, mas sabemos da importância e atenção que o assunto merece", explicou Zago, acompanhado de sua equipe técnica composta pela diretora do Departamento Regional de Saúde (DRS 1) de São Paulo, Vânia Tardelli; do diretor da Coordenadoria de Regiões de Saúde (CRS), Benedicto Accacio Borges Neto; e do diretor da Coordenadoria de Gestão Orçamentária e Financeira (CGOF), Eloiso Vieira Assunção Filho.
A liberação da verba ainda em 2018 será trabalhada pelo deputado Marcos Damasio, que tem o prazo até 6 de julho para inclusão do projeto para aprovação do convênio. Para isso, o prefeito Marcus Melo solicitou à equipe do Estado um documento reforçando a aprovação técnica do projeto. "A ampliação da Maternidade da Santa Casa de Mogi é uma obra de extrema importância para garantir mais segurança e dignidade às mães e aos recém-nascidos e principalmente para minimizar a angústia vivida praticamente todos os dias com a superlotação da unidade", ressaltou o prefeito, lembrando que o município já se disponibilizou a arcar com os custos de equipamentos, estimados em R$ 600 mil.