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Mogi das Cruzes entregará 520 unidades do Minha Casa, Minha Vida neste ano. A previsão é que os mogianos recebam as chaves no segundo semestre. Os apartamentos ficam localizados na avenida Kaoru Hiramatsu, na Porteira Preta, e integram um complexo que começou a ser entregue no fim de 2016. De acordo com a Prefeitura de Mogi das Cruzes, a entrega dos imóveis depende de obras de esgotamento.
A Coordenadoria de Habitação esclareceu que das mais de 500 unidades do programa habitacional, 240 são do empreendimento Tietê e outras 280 do condomínio Maitaca. As moradias são destinadas para as pessoas que integram a lista do Cadastro Municipal de Habitação, que foi realizado em 2009.
De acordo com a administração municipal, obras realizadas no local adiaram a entrega, já que a expectativa era inaugurar os condomínios em dezembro do ano passado. "A previsão é que essas unidades sejam entregues no segundo semestre deste ano, conforme o andamento das obras de esgotamento, que estão em fase inicial e são necessárias para oferecer infraestrutura aos novos moradores".
Com a entrega desses empreendimentos, a avenida Kaoru Hiramatsu chegará ao número de 1.240 apartamentos. Os primeiros 420 imóveis na região foram entregues em dezembro de 2016, com a presença do presidente Michel Temer (PMDB). A segunda inauguração foi realizada em agosto do ano passado, quando 300 mogianos receberam as chaves dos apartamentos.
No momento, nenhum empreedimento do Minha Casa, Minha Vida da faixa de zero a três salários minimos (destinado para famílias de baixa renda) está em construção. Segundo a administração municipal, existe interesse de construir novas unidades. "Por enquanto não há convênios e/ou contratos assinados para novas construções na cidade, porém Mogi segue aberta à possibilidade de edificação de novas moradias populares". Até agora, a cidade entregou 4.720 apartamentos e com a inauguração do Tietê e Maitaca, serão 5.240 moradias construídas desde 2009.
Projeto
Uma das obras aguardadas do programa Minha Casa, Minha Vida é a construção de 164 unidades na Vila Estação. Os empreendimentos seriam erguidos em paralelo às obras de reurbanização do bairro. No entanto, o governo Federal cessou os repasses e o projeto foi afetado. As moradias seriam destinadas às famílias que vivem sobre o coletor tronco da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), considerada área de risco. "A Coordenadoria de Habitação estuda uma maneira de proceder com a construção das moradias, tendo em vista a suspensão dos recursos federais, que inviabilizou a obra no passado", informou a nota encaminhada pela Prefeitura.
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