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Dos nove casos de morte de macacos na região, oito já foram constatados como negativo para febre amarela. O animal encontrado em Ferraz de Vasconcelos no mês passado ainda não teve os exames concluídos pelo Instituto Adolf Lutz.
O macaco, que morreu do dia 27 de dezembro em Ferraz, no Cemitério das Palmeiras, ainda não possui o laudo finalizado, de acordo com a Vigilância Epidemiologia municipal, órgão vinculado a Secretaria Municipal de Saúde. Em conversa com a reportagem, o coordenador do Núcleo de Controle e Prevenção de Arboviroses de Mogi das Cruzes e médico veterinário, Jefferson Leite, os seis macacos encontrados no município não morreram por febre amarela, de acordo com o resultado da necropsia. "Os macacos apareceram com ferimentos que podem ter sido causados por atropelamentos, já que foram encontrados em beiras de estradas, ou até mesmo por brigas entre eles", afirmou.
O médico veterinário reforçou ainda que a febre amarela, a qual está afetando o Estado de São Paulo atualmente, é a silvestre. "Esses animais são um sinal de alerta de que o vírus está circulando nas áreas com mata e vegetação, e já que estão mais próximos dessas regiões, são os primeiros a ficar doente", explicou.
Por fim, o coordenador disse também que é importante reforçar que a transmissão do vírus da febre amarela não é o macaco. "Eles não são culpados e sim as vítimas, além de serem muito importantes para que as agências de saúde tomem as medidas necessárias com os humanos para evitar que a doença chegue à população, por isso todos devem estar vacinados".
Vale lembrar que o mosquito Aedes Aegypti é o transmissor da doença. A reportagem do Grupo Mogi News entrou em contato com a Polícia Ambiental de Mogi das Cruzes e até o fechamento dessa reportagem não obteve retorno.
*Texto supervisionado pelo editor.
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