Acontece na próxima segunda-feira, às 18 horas, na Câmara de Poá (na rua Vereador José Calil, 100), audiência pública em que será discutida a renovação do contrato de concessão do serviço de água e esgoto com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).
A reunião estava prevista para acontecer no último dia 23 de novembro, mas foi suspensa e teve a data remarcada devido à agenda de compromissos da companhia.
Segundo o secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Elias El Ghossain, trata-se de um contrato importante com plano de investimentos no serviço de saneamento básico que beneficiará toda a população. "A participação dos munícipes na atividade é de suma importância, ficando, portanto, todos os cidadãos convidados a participar desta audiência pública", comentou.
O contrato da Prefeitura de Poá com a Sabesp venceu em 2006 e não foi renovado pela antiga gestão.
A nova administração então iniciou estudos avaliando todos os caminhos possíveis, entre eles: municipalização, terceirização ou renovação. "Na audiência serão passados todos os formatos para a prestação dos serviços de água e esgoto e a decisão será tomada nesta audiência", completou Ghossain.
Ramal coletivo
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) também iniciou a construção de um ramal coletivo de rede coletora de esgoto na Travessa João Canzi, na Vila Pereira, em Ferraz de Vasconcelos, na quinta-feira. Com isso, a obra deve ser concluída dentro de 20 dias.
O ramal coletivo foi a solução técnica encontrada para finalizar o sistema de esgoto no lado esquerdo no sentido início-fim da rua Novo Milênio, já que naquele trecho da via pública as casas não têm queda para a parte da frente.
A colocação da rede coletora de esgoto em toda a extensão da rua Novo Milênio começou no fim de 2015.
O serviço é uma solicitação do vereador Claudio Ramos Moreira (PT). A obra do ramal coletivo terá uma extensão de 110 metros de cumprimento que vai levar os desejos de moradores até a rede tronco situada na rua João Canzi. O atraso na conclusão da rede coletora de esgoto no local aconteceu porque precisou receber o aval de três proprietários de terreno, isto é, eles autorizaram a passagem do ramal coletivo por dentro de seus imóveis.
Para convencer os donos de terreno a ceder parte de sua área foram realizadas diversas reuniões.
Todo esse diálogo foi articulado por Claudio Ramos em parceria com o secretário municipal de Obras Públicas, Antônio Carlos dos Santos Ferreira, o Carlinhos e com o pessoal da Sabesp. 
Após conquistar a citada obra, Ramos tenta viabilizar a continuação da galeria de água pluvial e da rede de esgoto na rua Paulo Faleiros do Nascimento até a rua João Canzi. Para tanto, as possíveis ligações dependem da permissão de uma empresária, porque a obra necessita passar por dentro da área privada. Além disso, o petista também luta pela instalação de 300 metros de redes de água e esgoto na rua Carlos Alberto Toledo Sampaio, na Vila Cristina.
O trabalho poderá contemplar 12 famílias, mas o serviço esbarra em dependências ambientais.