O vereador Pedro Komura (PSDB) promete fazer uma administração austera e com união entre os parlamentares. Além do nome do tucano, ontem foram escolhidos os integrantes da mesa diretiva. Komura é o vereador mais longevo da Câmara e assumirá a cadeira de presidente pela primeira vez. Para ele, a data tem um significado especial, pois em 2018 se comemora os 110 da imigração japonesa no Brasil.
A eleição da mesa diretiva foi realizada por blocos. O primeiro cargo escolhido foi o de presidente. Komura foi o único a colocar seu nome à disposição, já que o vereador Rodrigo Valverde (PT) decidiu abrir mão da disputa. A escolha do tucano já era dada como certa desde o ano passado, quando os quatro maiores partidos da Câmara (PSDB, PMDB, PR e PSD) que, juntos, somam 16 vereadores, estabeleceram um esquema de rodízio para os quatro anos de gestão.
A escolha do restante da mesa seguiu a ordem que havia sido divulgada, com o vereador Jean Lopes (PCdoB) na primeira vice-presidência, José Francimário Vieira (PR), o Farofa, na segunda vice-presidência, e Edson Santos (PSD) como primeiro-secretário. A única mudança foi a eleição do vereador Marcos Furlan (DEM) como segundo-secretário. Antes, a vaga era da vereadora Fernanda Moreno (PV).
O tucano aproveitou para agradecer o apoio do partido e dos vereadores durante o pleito. "Acho que foi uma eleição tranquila. Gostaria de fazer um agradecimento especial ao vereador Rodrigo Valverde, que decidiu abrir mão da candidatura em nome da unidade da Câmara. Com certeza terão espaço e a oposição será respeitada. Temos que trabalhar em prol de Mogi. Contamos com a bancada do PT para trabalhar em favor da cidade", afirmou.
Para Komura, a questão orçamentária deve ser um dos grandes desafios de sua gestão. "Estamos acompanhando a dificuldade do prefeito Marcus Melo (PSDB) na Prefeitura, por causa da queda de arrecadação. É um grande desafio. Temos que trabalhar para que possamos gastar bem o dinheiro público. Tenho o compromisso de fazer uma gestão austera", destacou.
Votação
Na sessão de ontem, o Legislativo também aprovou 11 projetos, entre eles, a venda de terrenos avaliados em torno de R$ 960 mil.
O projeto de lei que estabelece a primeira Frente Parlamentar da Câmara, que tratará da região central de Mogi, foi outro aprovado por unanimidade. O autor da proposta foi o vereador Marcos Furlan (DEM).