O empresário Carlos Lapique assume na noite de hoje a presidência da Frente Empresarial Pró-Itaquaquecetuba (Fempi) e promete um forte empenho na luta por mudanças que ampliem o desenvolvimento econômico, industrial e comercial de Itaquaquecetuba. Em sua segunda passagem como presidente da instituição, o gestor de 61 anos vai substituir Augusto César Santos. Lapique possui três empresas na cidade. A cerimônia de posse será na sede da entidade, na rua Guilhermina Maria da Conceição, 110, no centro da cidade.
Nessa nova passagem pela presidência, Lapique promete ampliar as ações da Fempi ao longo do ano em diversos campos para gerar um novo leque de serviços prestados pela instituição. "Vamos buscar novos ambientes para uma Itaquaquecetuba muito mais promissora no próximo ano. Isso quer dizer que, resumidamente, vamos implementar, mês a mês, atividades buscando mais tecnologia, melhores ambientes jurídicos, palestras e mecanismos de recursos humano", destaca.
Outro ponto que será trabalhado pela nova diretoria da Fempi diz respeito à ampliação no número de associados. A previsão é de um aumento no total de membros da entidade. "Faremos uma forte campanha para a conquista de novos associados. Porque quanto maior o quadro associativo, melhores serão os nossos resultados. A expectativa é que, de imediato, já pelas primeiras conversas que tive, nesse início de gestão mais dez empresas de diversos setores devem se associar com à Fempi", afirma. Atualmente são mais de 120 empresas associadas.
Parcerias
Por outro lado, o novo presidente da Fempi já planeja as principais cobranças que fará para agentes do setor público. "Vamos trabalhar por um Sesi em Itaquá, para rever nossas escolas, quem sabe um Senai. Acredito que a educação é uma questão fundamental para desenvolver Itaquaquecetuba. Além disso, temos que ter uma tratativa iminentemente política em todos os setores possíveis que resultem no desenvolvimento da cidade", conta. Ele ainda promete parcerias com o setor privado. "Vamos tentar trabalhar cada vez mais com recursos humanos, novas tecnologias e ferramentas de mídia. Ambientalmente eu também tenho uma preocupação e toda a cadeira de regularização fundiária para tentar ajudar a quem tem direito", acrescenta.