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Poá iniciou um trabalho para acelerar o atendimento de casos considerados leves na saúde mental. Agora, as unidades básicas de saúde e de saúde da família (UBS e USF) contarão com equipes de referência, com assistentes sociais, psicólogos, enfermeiros e médicos, que definirão a conduta (internação ou ambulatório) e os encaminhamentos, diminuindo assim o tempo de espera pelo tratamento.
Na manhã de ontem foi realizada uma oficina com profissionais da Rede de Atenção Básica, na Praça de Eventos, que contou com a participação de pessoas de diferentes áreas, entre elas higiene, administração, enfermagem e médica.
"O processo de Saúde Mental em Poá está sendo descentralizado. Hoje o atendimento de saúde mental acontece especificamente no Ambulatório. No entanto, a partir de agora pacientes leves poderão ser atendidos nas unidades de saúde. Nós estamos preparando a equipe para recebê-los", explicou a diretora de Atenção Básica de Saúde, Rose da Cruz Barbosa.
Alto Tietê
Poá iniciou em fevereiro os trabalhos para descentralizar o atendimento, no entanto o assunto começa a ser tratado em todo o Alto Tietê. Durante a oficina realizada na Praça de Eventos, foi apresentado o Projeto de Estruturação e Qualificação dos Arranjos de Apoio Matricial na Rede de Atenção Psicossocial: Saúde Mental na Atenção Básica, coordenado pela Secretaria de Estado da Saúde.
O objetivo geral do projeto é diagnosticar os arranjos e metodologias de apoio matricial em Saúde Mental na Atenção Básica em cada município do Alto Tietê e construir um plano de ação de educação permanente que considera as singularidades locais e promova a estruturação e qualificação do apoio matricial com base nos princípios da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial.
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