Para o presidente da Câmara, Carlos Evaristo da Silva (PSD), a TV Câmara exerce um papel importante. “A audiência é grande, não temos como contratar um órgão para fazer a medição, mas o maior parâmetro é a ressonância que temos nos bairros. A população simples assiste a TV, ouve as coisas da política da cidade. O canal chega a todos os cantos da cidade. É uma comunicação direta com a população, a informação exatamente como ela é”, avaliou.
De acordo com o Silva, o custo de cerca de R$ 69 mil por mês dispensado pela Câmara, em um momento que se tem cortado gastos, não é alto se comparado ao serviço oferecido. “Não diria que é um custo alto, pois a população aprova. Ela é viável, o valor não é tão grande perto do serviço que ela presta. Tem que se avaliar o retorno que as pessoas têm. Os mogianos têm oportunidade de participar das decisões da cidade. A população vem protestar, seja em redes sociais ou pessoalmente, se ela não está satisfeita com aquilo que está sendo apresentado, votado ou discutido. Gastaríamos muito mais para contratar um canal. Seria impossível pagara uma transmissão de 24 horas”, destacou.