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O ex-prefeito de Mogi das Cruzes Marco Bertaiolli (PSD) atuou por oito anos à frente da administração municipal. Durante sua gestão, a cidade recebeu importantes investimentos e obras, como a implantação do Hospital Municipal de Mogi das Cruzes (HMMC), o pacote de 65 creches e a construção de 4.420 apartamentos pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Para ele, o nível de exigência dos mogianos cresceu e é preciso utilizar a criatividade para continuar investindo em um período de crise.
Para Bertaiolli, um dos principais legados de sua administração foi a realização de obras estruturantes e construções de serviços para a população. "Modéstia à parte, o período de oito anos da nossa administração foi a época de maior investimento público da história de Mogi, tanto do governo federal, estadual e municipal, além da iniciativa privada. Me sinto muito realizado por fazer isso, pois tive a coragem de abandonar o nome de partidos políticos e defender o único partido que interessa, que é Mogi", ressaltou.
Bertaiolli acrescentou que a construção de uma cidade é a união de esforços. "Quem constrói uma cidade é a iniciativa privada. O Poder Público dota o município de infraestrutura para ela crescer. Temos em Mogi vários exemplos de pessoas empreendedoras que investem na cidade e fazem com que ela cresça. Cito o Henrique Borenstein, dono de uma das maiores incorporadoras brasileiras, que poderia construir em qualquer lugar, mas valoriza Mogi", disse.
De acordo com o ex-prefeito, os investimentos feitos em diversas regiões incentivaram o desenvolvimento e proporcionaram qualidade de vida. "Mogi é uma cidade que está crescendo muito. Quando duplicamos a avenida Kaoru Hiramatsu, abrimos um novo vetor de crescimento. A cidade se desenvolve. O mesmo ocorrerá com a Avenida das Orquídeas. São obras que proporcionam o desenvolvimento, como no Centro, com os túneis. Acaba a interrupção da passagem dos trens, melhora a qualidade do acesso ao comércio e moderniza a região", destacou.
Uma das preocupações é em relação ao 'inchaço' do município. Ele reforçou que Mogi deve crescer ordenadamente e com planejamento. Para Bertaiolli, este é um dos desafios para o futuro. "A exigência do mogiano é elevada. É preciso dar continuidade ao trabalho, mas em um momento em que os recursos são escassos é necessário ter bastante inovação e criatividade", avaliou.