Os primeiros serviços de recapeamento da avenida Francisco Marengo, na região norte de Suzano, terão início neste semestre. As obras vão contemplar 2,2 quilômetros da pista que já foi alvo de diversas queixas de moradores e comerciantes, por conta da má conservação, que causava acidentes e danos aos veículos, devido à quantidade de buracos. Os recursos para a realização dos trabalhos são provenientes do governo do Estado, por meio do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento (Fumefi), que autorizou a liberação de
R$ 1,5 milhão.
A novidade foi anunciada pelo prefeito Rodrigo Ashiuchi (PR) e o vice Walmir Pinto (PDT), juntamente com o superintendente do Fumefi ,Widerson Anzelotti, o subsecretário de Assuntos Parlamentares da Casa Civil, Mário Sérgio Matsumoto, e o deputado Estadual André do Prado (PR).
O chefe do Executivo adiantou que as obras vão contemplar o início da avenida Francisco Marengo e seguirá pela região do 2º Distrito Policial (DP) até o centro comercial do bairro Dona Benta, trecho em que os problemas eram mais críticos. No início do ano, a Prefeitura também realizou um serviço emergencial de tapa-buracos, mas com esse novo recurso o local será totalmente recuperado.
"Esse era um convênio que estava praticamente perdido pela cidade, mas conseguimos resgatar. O projeto inicial alcançava cerca de três quilômetros. Com essa verba vamos conseguir fazer a primeira etapa e alcançar um pouco mais do que a metade; 2,2 quilômetros", adiantou o prefeito.
Além do recapeamento, a proposta prevê a correção de bocas de lobo e sarjetas. "Agora vamos fazer os projetos e todos os trâmites necessários. A estimativa é que as obras comecem nesse segundo semestre", disse Ashiuchi, lembrando que o prazo para a execução e conclusão dos serviços será de sete a oito meses.
As obras também podem gerar transtornos no fluxo do trânsito local, mas haverá o apoio dos agentes para que o tráfego possa seguir.
O superintendente do Fumefi explicou que, antes do início das obras, será necessário cumprir algumas etapas burocráticas, mas que devem ser rápidas. "Depois disso, o projeto Executivo tem que ser feito pela Prefeitura. Após esse trâmite, entra na parte técnica do Fumefi e enviamos para a consultoria jurídica. Aprovado o projeto, a Prefeitura tem que licitar. Acredito que em quatro ou cinco meses as obras se iniciem", disse Anzelotti, ressaltando que os recursos são liberados conforme a execução dos serviços.
"O Fumefi não paga obra antecipada. Nós só pagamos obra feita. Não existe aquela história do Fumefi repassar recurso e o recurso sumir", finalizou o superintendente do Fundo.