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Interessante observar que as empresas que mais crescem atualmente são aquelas que incorporaram o conceito de wellness, numa tradução livre, o "bem estar".
O chamado "bem estar" é passivo, vem de fora, depende do "outro", da natureza, da massagem, dos aromas, dos prazeres, da contemplação do belo, do externo. Estar bem, nada tem a ver com "bem estar", estar bem é uma atitude ativa, a partir de uma escolha pessoal que reintegra a presença ao movimento da vida e possibilita uma experiência dinâmica do caminhar na busca pela alegria de exercer uma função em todos os níveis de existência.
Observando a dinâmica do mundo atual, ou seja, as novas formas de se organizar horizontalmente na empresa, na escola ou na família, conclui-se que não há mais espaços para pessoas passivas, que aceitam tudo que lhes é imposto de cima para baixo. Hoje os horizontes são outros!
Hoje, o que se acredita é que aquele que trabalha, tem como papel primordial ser agente da inovação e que, portanto, não precisa de controle, mas de motivação e criatividade. Esta nova forma de pensar do mundo empresarial impõe aos que não possuem condições de lidar com essa relação fluida, sofrimentos de ordem psíquica que se apresentam por meio das síndromes do pânico, depressão e, no limite, o burnout, ou seja, o esgotamento completo do indivíduo em decorrência da pressão no ambiente de trabalho.