As duas frentes de trabalho do túnel I da passagem subterrânea da praça Sacadura Cabral se encontrarão em julho. O trecho com a maior escavação está localizado na avenida Governador Adhemar de Barro. A outra força de serviço está na rua Cabo Diogo Oliver. A expectativa é que o encontro das duas etapas ocorra ainda no início de julho. Uma reunião entre o consórcio responsável pela obra e a Prefeitura vai definir a data exata.
Atualmente, faltam poucos metros para que as duas frentes de trabalho se encontrem. A escavação avança cerca de 1,6 metro por dia. Este é o túnel mais longo do projeto e fará a conexão bairro-centro. As obras estão em ritmo acelerado e aproximadamente 100 funcionários atuam na construção.
De acordo com o secretário de Obras, Walter Zago, a previsão de entrega do complexo está mantida para dezembro. "A obra está no ritmo normal, como nós estávamos prevendo, com a evolução normal do túnel. Os dois lados da escavação vão se encontrar em julho. Vou me reunir até o dia 30 com a concessionária responsável pela obra para definir em que data exatamente acontecerá essa ligação", esclareceu.
Além da escavação do túnel, principal esforço dos funcionários, o consórcio está realizando intervenções em outras áreas. "Nesse momento, no lado da avenida Governador Adhemar de Barros, estamos fazendo trabalhos periféricos, que é a ligação da avenida com o Terminal Central. Estamos realizando a reurbanização com o acerto das calçadas, do passeio dos pedestres, além da remoção de alguns equipamentos que ainda estão naquela região. Esses trabalhos devem ser concluídos em junho", destacou.
Depois que as escavações forem concluídas, ainda é necessário um grande volume de trabalho para liberar o acesso aos veículos. Assim como no primeiro túnel, será necessário realizar os acabamentos, pavimentar o trajeto, instalar a iluminação, implantar a sinalização necessária para só então abrir a passagem que dá acesso aos carros.
O túnel I ainda conta com uma estrutura que não existe no acesso entre as ruas Doutor Ricardo Vilela e Hamilton Silva e Costa, que é uma espécie de 'ferradura' que servirá de contorno aos veículos que vão virar pela rua Engenheiro Gualberto.