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O Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa que provoca perda lenta e progressiva da memória, bem como prejuízos em outras funções mentais.
Um dos sinais mais comuns é a perda de memória, especialmente o esquecimento de fatos recém-aprendidos, como solicitar o mesmo pedido diversas vezes e de apresentar crescente necessidade de familiares para lidar com atividades rotineiras.
Apresentam dificuldades para completar tarefas diárias simples e tem dificuldades para entender coisas que não estejam acontecendo naquele exato momento. "Existe dificuldade em participar de uma conversa: repentinamente param no meio de uma frase e ficam sem ideia de como terminá-la", explicou o médico geriatra Odilon Mangerona Netto.
Segundo o doutor, o vocabulário pode diminuir bastante e colocar objetos em locais não habituais pode ser um sinal precoce da doença. Perder coisas frequentemente e ser incapaz de refazer mentalmente suas últimas ações para achá-las, também. Não é raro acusar outras pessoas de roubo. Alterações no julgamento podem causar constrangimentos e devem ser abordadas com cuidado. Costumam deixar de frequentar atividades sociais, praticar seu exercício físico preferido ou um hobby antigo. O humor e a personalidade pode mudar: manifesta a confusão, ansiedade, depressão ou medo excessivo.
A detecção precoce da doença traz os benefícios enormes dos diversos tratamentos disponíveis, promovendo alívio dos sintomas e preservando o grau de independência por mais tempo.