Enquanto a vistoria era feita no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Mogi pela Justiça Federal, o juiz Bernardo Julius Alves Wainstein soube que falta um médico concursado na unidade, pois o que havia passado pela seleção teria desistido ao ver a carga horária a ser cumprida no local. Quando necessário, um médico de fora é chamado para fazer encaminhamento de algum preso que necessite de prescrição médica específica. Porém, a unidade, que também conta com a presença de psicóloga e assistente social, costuma encaminhar os detentos para uma enfermeira que fica no local e efetua o primeiro atendimento. Caso seja preciso, os presos são levados sob escolta para o hospital.
Consultada no final da tarde sobre a questão da falta de médico, a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), informou que devido ao horário de encerramento do expediente só poderia dar a resposta hoje, pois depende de retorno do departamento competente para analisar a questão.
Inaugurado em 2002, o presídio tem 6,2 mil metros quadrados de área construída e recebe presos de diversas cidades da região e da Grande São Paulo, como Arujá, Biritiba Mirim, Guararema, Salesópolis, São Miguel Paulista, Itaim Paulista, entre outras localidades. (C.I.)