O Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) está iniciando uma nova frente em Itaquaquecetuba, no trabalho de desassoreamento do rio Tietê, no trecho córrego Três Pontes (divisa de São Paulo-Itaquá) ao córrego Ipiranga, em Mogi das Cruzes.
Atualmente, o maquinário está concentrado na altura do córrego Caputera, onde está instalada uma área de bota-espera para secagem do material dragado, que depois será removido para áreas de deposição final autorizadas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O DAEE está mobilizando também um conjunto de barcaças para operar inicialmente em um trecho de 5,5 mil metros em Itaquá. 
Os serviços são realizados em etapas. As máquinas estão trabalhando com equipamento embarcado no trecho atendido pelo bota-espera junto ao Parque Leon Feffer - que compreende aproximadamente 2,8 mil metros -, que inclui a foz do córrego Matadouro e ribeirão dos Canudos.
Após concluir este trecho, o conjunto seguirá para a divisa de Mogi das Cruzes e Suzano, para operar no trecho do bota-espera 13, numa extensão de cerca de 3 mil metros, que inclui a foz do córrego Taiaçupeba e do rio Jundiaí.
O trabalho foi iniciado no trecho do córrego Três Pontes (divisa de São Paulo-Itaquá) ao córrego Ipiranga, em Mogi das Cruzes, em agosto de 2016, no trecho Estaleiro-córrego Ipiranga numa extensão total de 44,2 quilômetros. O governo do Estado está investindo
R$ 37,7 milhões no trabalho, que prevê a remoção de 343 mil metros cúbicos de sedimentos (como areia, argila, materiais não inertes e lixo) depositados no leito do rio Tietê, o que deverá contribuir para evitar inundações nos municípios beneficiados: Itaquá, Poá, Suzano e Mogi 
No total, as máquinas do Departamento já removeram um total de 81 mil metros cúbicos de sedimentos e 430 metros cúbicos de rochas da região do Estaleiro durante a primeira fase do serviço no rio Tietê.