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A primeira reunião da comissão da Câmara responsável por apontar a necessidade ou não do armamento da Guarda Civil Municipal (GCM) de Arujá ocorreu esta semana. Neste primeiro momento foram feitos estudos do impacto causado nos municípios com GCM armada, audiências públicas e promoção de palestras e outros tipos de discussões.
O encontro contou com a presença dos membros da comissão, o secretário de Governo e Serviços, Leandro Larini, o assistente jurídico Evilázio Ferreira, o presidente Uelton de Souza e o relator Maurício Serrano, além do diretor geral da Prefeitura, Joncy Silva.
Reunido pela primeira vez desde a publicação do Decreto 6.757/2017, que instituiu as comissões voltadas à normatização e modernização da Guarda arujaense, o grupo decidiu levantar parâmetros e referências sobre à questão do armamento.
As primeiras medidas serão buscar dados que indiquem a viabilidade, as consequências e a possibilidade de tornar a Guarda armada.
"Temos a missão de ir atrás das mais variadas informações sobre os municípios que armaram suas guardas para juntar documentos e entregar, em 90 dias, um relatório sobre o assunto ao prefeito", afirmou Larini.
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