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Segundo pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, 20% das crianças examinadas ficam vidradas em celulares e tablets por 28 minutos diários. Cada meia-hora a mais de convívio aumenta em 49% o risco de atrasos na fala. Mais de mil pequenos foram avaliados, entre seis meses e dois anos. Quando atingiam 1 ano e meio, eles passavam por um checkup e foi aí que os experts notaram essa associação entre os dispositivos eletrônicos e um retardo na capacidade de se expressar verbalmente.
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