Após meses de espera, o serviço de tapa-buracos será, finalmente, iniciado em Suzano. A partir de sexta-feira já haverá maquinários e caminhões nas ruas da cidade. Os equipamentos foram apresentados ao prefeito Rodrigo Ashiuchi (PR), na manhã de ontem. A empresa Center Leste Serviços e Comércio Ltda. foi contratada por
R$ 3 milhões para executar os trabalhos. Essa empresa foi a quarta colocada no processo licitatório, que iniciou em fevereiro mas sofreu atrasos por conta da desclassificação das três primeiras colocadas no certame.
Os maquinários, incluindo três caminhões, foram vistoriados e aprovados pela Secretaria Municipal de Manutenção e Serviços Urbanos. A próxima etapa será a assinatura do contrato, segundo informou o prefeito, garantindo o início dos serviços até o final desta semana. "A empresa foi aprovada e fez todos os trâmites legais. Também pedimos alguns pontos que será avaliado e não sei se vai ser concedido. É um contrato de pouco mais de R$ 3 milhões. Antes eram R$ 4 milhões, diminuiu
R$ 1 milhão com o chamamento. Conversamos com a empresa e vamos ver essa questão do desconto para diminuir ainda mais e fazer um trabalho de qualidade no município", disse o prefeito.
Ainda não é possível detalhar por quais ruas e bairros os serviços vão iniciar, segundo informou o republicano. "Vamos começar esse trabalho entre sexta-feira e sábado, porque os buracos não podem esperar. Estamos fazendo o mapeamento. Um cronograma também será feito em conjunto com a empresa para uma parceria", adiantou o republicano, destacando que os trabalhos serão executados dia e noite, mas também de madrugada para que até agosto o serviço emergencial seja concluído. "Esperamos que, pelo menos a parte grossa, a mais complicada da cidade esteja equalizada em um prazo de dois a três meses, no máximo", estimou.
O chefe do Executivo ainda lembrou das causas do atraso para a contratação da empresa e o início dos serviços na cidade. Ele lembrou que 15 empresas participaram da licitação. A primeira colocada não apresentou os equipamentos devidamente qualificados para a execução dos trabalhos. A segunda colocada declarou desistência e a terceira, ao ser convocada, entrou com recurso questionando o processo e teve o pedido indeferido.
"A licitação foi feita de forma correta. Teve um primeiro percalço que foi a questão da licitação no Tribunal de Contas com alguns apontamentos. Nós corrigimos e ela passou no tribunal. Em seguida fizemos o chamamento", explicou Ashiuchi.