A venda de terrenos públicos renderiam mais de R$ 30 milhões aos cofres públicos e foi incluído no orçamento de 2017, que foi prejudicado, já que a Justiça bloqueou a comercialização dessas áreas e o montante não entrou na economia da cidade. O assunto foi lembrado, anteontem, pelo prefeito Rodrigo Ashiuchi (PR) e pelo vice Walmir Pinto (PDT), durante coletiva de Imprensa sobre o balanço dos 100 dias de gestão.
Os políticos lembraram que a gestão contava com o orçamento para a compra de materiais e uniformes escolares, o que deve ser feito até o segundo semestre, por conta da falta desses recursos que eram esperado. "Tínhamos os 11 terrenos colocados num total de quase R$ 30 milhões dentro do orçamento da cidade. É um orçamento fantasioso, não existe", afirmou Ashiuchi. "Faltou transparência para onde ia a verba e para quê seria usada. Até acho correto barrar a venda desses terrenos. Isso foi um absurdo", avaliou o prefeito.
O republicano lembrou que as áreas que estão inclusas nessa lista serão utilizadas em prol do município. "Temos vários terrenos nesse pacote que são de interesse público. Vamos colocá-los como uso de nosso município. Tem uma empresa que se interessa por um dos terrenos para gerar mais 400 emprego e investir na cidade", revelou o republicano. (F.F.)