Embora muitas cidades estejam levantando dados e estudando programas para orientar a população sobre os riscos da obesidade, alguns municípios da região já têm atividades que podem auxiliar no combate ao problema. A Prefeitura de Mogi conta com o Ambulatório de Nutrição, que presta orientação e tratamento para distúrbios alimentares. 
Há, ainda, o Programa de Vigilância Alimentar e Nutricional, que acompanha o desenvolvimento nutricional e alimentar de crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes, além de promover atividades educativas e em grupos.
A pediatria também investe, por meio dos atendimentos de puericultura, no incentivo ao aleitamento materno e o acompanhamento contínuo dos bebês, para evitar o avanço da obesidade ainda na infância, que é quando o problema pode ser tratado com maior facilidade. Entre as principais consequências da obesidade, segundo a médica, está o aumento dos casos de diabetes, problemas cardiovasculares, níveis de colesterol e triglicérides.
Segundo a prefeitura, quanto aos números, Mogi tem um levantamento baseado no acompanhamento dos beneficiários do Programa Bolsa Família: 33,64% de pessoas com sobrepeso, 20,3% de pessoas com obesidade grau I, 8,08% com obesidade grau II e 4,33% com obesidade grau III.