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Segundo o Ministério Público de São Paulo, as investigações que levaram à expedição dos mandados são referentes à apuração de possíveis fraudes em três licitações feitas em 2016. Elas revelaram sinais de superfaturamento de preços na aquisição de cadeiras para o novo auditório da Câmara, além de evidências no direcionamento das licitações para beneficiar determinada empresa. Também foram achados indícios de fraudes durante a execução de contratos, com entrega apenas parcial dos produtos adquiridos.
A promotora Renata Cristina de Oliveira, do Fórum de Suzano, explica que uma das licitações investigadas foi relativa à compra de café para a Câmara. "Neste caso, foi adquirida uma tonelada de pó de café, mas não foi entregue nem a metade", revelou.
O Dat expôs o caso em 26 de agosto de 2016, pois a promotora teria recebido denúncias de munícipes no mês passado a respeito da compra de café e decidiu instaurar inquérito contra a Casa de Leis suzanense.
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