A parceria que viabilizou o Projeto Oportunidade do Futuro (POF) também reforça o caráter religioso para seus participantes (são 60 pessoas atendidas pelo projeto) e a parte esportiva (tem kickboxing, MMA, muay thai e jiu jitsu, entre outros) que é praticada, inclusive, por aqueles que ainda não obtiveram uma vaga de emprego. "Eles praticam diversas modalidades no centro de treinamento do sindicato e isso tem sido um grande incentivo para eles", assinalou Márcio Cruz, o Bob, presidente do Sindicato dos Papeleiros de Mogi e Região.
Michele Zambotto, por sua vez, ressaltou que o escritório de advocacia também tem auxiliado àqueles que precisam em questões jurídicas. Ela ressaltou que todos os atendimentos dentro do projeto, em suas várias vertentes, são gratuitos. "A advogada Tatiane Moraes dá suporte, caso necessário, em casos como de pensão alimentícia, por exemplo", destacou.
O advogado Carlos Alberto Zambotto reforçou que é importante não somente "ensinar a pescar", mas, principalmente, dar condições para que isso aconteça. "É o que estamos fazendo. Inclusive o sindicato, que tem o papel de fiscalizar, continua acompanhando os contratados, até para assegurar que estão fazendo um bom trabalho, porque não há caridade na relação empregatícia, e que eles estão tendo os mesmos direitos que todos", pontuou.
Os representantes do POF lembraram que estão abertos à participação de indústrias para contratações, e também para doações, que permitam ao grupo fornecer vales-transporte e uniformes. (C.I.)