Durante a sessão legislativa de ontem, em Mogi das Cruzes, ficou resolvido que os vereadores tentarão se reunir com membros das Comissões Municipais de Saúde e a de Assistência Social, bem como com representantes da Associação Social para Educação e Tratamento dos Excepcionais (Asete), para tentar encontrar um caminho devido ao fim do repasse da prefeitura, por parte da Secretaria Municipal da Assistência Social, para a entidade. A data ainda não foi marcada.
A Asete, que fica no Parque Santana e atende 45 pessoas entre 18 e 59 anos, teve a verba de pouco mais de R$ 8 mil suspensa desde o começo do ano, em razão de um entendimento de que o trabalho da entidade seria mais voltada para a área da saúde e, portanto, deveria ficar apenas com o subsídio desta Pasta, o que representa pouco menos da metade do valor que era fornecido pela Assistência Social.
Ontem, na tribuna, o vereador Mauro Araújo (PMDB) disse que os atendidos pelo trabalho da entidade não podem ser prejudicados em razão de uma questão jurídica ou burocrática. "Todos sabemos que a subvenção municipal ajuda, mas não resolve o problema e, com menos essa verba, fica ainda mais difícil. Nós, vereadores, juntamente com os representantes das Comissões Municipais de Saúde e Assistência Social, a própria Asete e as secretarias envolvidas, vamos tentar achar uma solução", garantiu.
Representantes da Asete e algumas das pessoas atendidas assistiram a sessão, que teve ainda comentários sobre o assunto, advindos dos vereadores Cláudio Miyake (PSDB) e colega de partido José Antonio Cuco Pereira, além de Antônio Lino da Silva e Edson Santos, ambos do PSD. (C.I.)