A Assistência Social da Prefeitura de Mogi das Cruzes atende 114 mil pessoas, direta ou indiretamente. Elas estão inseridas no cadastro único para programas sociais em busca, principalmente, de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, que hoje beneficia 23 mil famílias na cidade, o equivalente a 72 mil pessoas.
Os números, referentes a dezembro de 2016, foram apresentados durante reunião na Câmara, pela secretária de Assistência Social, Neusa Marialva, e técnicos da pasta que, a convite do vereador Edson Santos (PSD), presidente da Comissão de Assistência Social, detalharam aos parlamentares os trabalhos desenvolvidos, na última sexta-feira. Participaram do encontro os vereadores Carlos Evaristo (PSD), Jean Lopes (PCdoB), Caio Cunha (PV), Emerson Rong (PR) e Rodrigo Valverde (PT).
"Muitas vezes a população procura nos gabinetes dos vereadores auxílio ou serviços que já são oferecidos pela prefeitura, por meio da Assistência Social. A proposta deste encontro é justamente informar os parlamentares sobre o que já está sendo feito a favor das pessoas em situação de vulnerabilidade, de modo que eles possam orientar o público", destacou Edson Santos.
A secretária e os técnicos explanaram sobre os serviços de proteção social básica, por meio das sete unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que têm como função prevenir situações de risco e atuar em estados de vulnerabilidade social, decorrente da pobreza, fragilização de vínculos afetivos e pertencimento social.
Detalharam também os serviços de proteção social especial, realizados em Mogi por meio dos dois Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), e unidades de acolhimento, sendo o Centro POP (que atende pessoas em situação de rua), acolhimento de crianças/adolescentes, de idosos, mulheres vítimas de violência, residência inclusiva e o Presença Social nas Ruas (PSR).
"Temos hoje 156 vagas para assistir estas pessoas em situação de rua e uma demanda desafiadora. Contamos com a colaboração de outas pastas, como a da Saúde, para atendermos integralmente estes indivíduos, mas nem sempre eles aceitam nossos serviços, preferindo permanecer nas ruas e praças", ressaltou a secretária Neusa.