Em muitas cidades da região, as prefeituras autorizaram os professores e demais servidores para participarem da manifestação contra a Reforma da Previdência, por entenderem a legitimidade do ato, sem prejuízo pela ausência no dia de serviço. Em Itaquá, todas as creches comunitárias funcionaram, 53 unidades municipais ficaram paralisadas totalmente, 17 parcialmente e uma funcionou normalmente.
Arujá informou que "a Secretaria de Educação publicou no dia 13 uma Circular autorizando os servidores a participarem da mobilização nacional, conforme acordo firmado com o Sindismar. Porém, quem participou, terá de repor o dia de aula para os alunos". A cidade acrescentou que "apenas 5 das 39 escolas da rede municipal tiveram as atividades suspensas. Nas demais unidades do município, houve atendimento, mesmo com número reduzido de funcionários, e estimou-se em cerca de 20% a adesão dos servidores à manifestação".
Em Guararema não houve registro de paralisação nas escolas municipais e nem de professores e, em Poá, onde também houve autorização da prefeitura para a participação no protesto, não foram contabilizados dados oficiais sobre a adesão dos servidores. (C.I.)