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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Oropó completou um mês de funcionamento com mais de 4,1 mil atendimentos. Ela ainda está na primeira etapa de operação de um plano de três fases. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Marcelo Cusatis, entre os problemas mais graves atendidos no serviço estão os ataques cardíacos.
A nova UPA ainda não foi habilitada pelo Ministério da Saúde, o que impossibilita que ela receba repasses do governo federal. A UPA do Rodeio, primeira a ser instalada no município em dezembro de 2015, recebeu agora pela primeira vez o repasse.
Cusatis avaliou que o número de pacientes que utilizaram a UPA do Oropó nesse primeiro mês de atendimento foi menor que o previsto pela pasta. Segundo o secretário, essa situação é justificada pelo período do ano, que une calor e férias. Entre os dias 23 de dezembro a 20 de janeiro, foram realizados 4.187 atendimentos, nos quais 3.340 de adultos e 847 crianças.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, no período de funcionamento 87 pacientes foram atendidos na sala de emergência, 83 ficaram em observação na unidade e 63 foram removidos para hospitais. Além disso, foram realizados 457 exames laboratoriais e 613 exames de raio-x. A unidade conta com 73 funcionários.
Na próxima semana, no dia 1 de fevereiro, a UPA do Oropó receberá o Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), que funcionará como Ouvidoria própria. Ele vai operar com atendimento permanente aos pacientes e acompanhantes. De acordo com o secretário, uma das prioridades é habilitar a UPA para que o município comece a receber os repasses do governo federal. Com a habilitação, o serviço contará com R$ 170 mil de custeio. "Esperávamos que a demanda fosse maior. Vamos estudar a necessidade de dobrar a equipe no mês que vem, mas talvez não seja necessário. Não estamos tendo 20 minutos de espera, se isso aumentar colocamos novos profissionais", acrescentou.
O secretário avaliou que a nova UPA está operando dentro do esperado. Cusatis esclareceu que a função da unidade é atender os casos de urgência e emergência para desafogar os hospitais da cidade, assim quando o serviço precisar fazer uma remoção haverá vagas para estes pacientes. (L.N.)
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