Em todo o ano passado, 71 pessoas morreram vítimas do trânsito em Mogi das Cruzes, uma média de cinco pessoas a cada mês. Desde total, 52 eram homens, o que representa 73% das ocorrências. No período, 11 mulheres perderam a vida, além de outras oito pessoas que não tiveram o sexo identificado. O número é o mesmo identificado em 2015, quando 71 pessoas também morreram em acidentes. A diferença foi que dos mortos, 56 eram homens, quantidade superior a registrada em 2016.
As informações são do Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga SP), iniciativa do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, programa do governo estadual que tem como meta reduzir pela metade o número de vítimas fatais em acidentes.
De acordo com o Infosiga, o mês mais violento de 2016 foi julho, que registrou 11 mortes. Em 30 dias, nove homens e duas mulheres morreram. Em seguida, aparece abril com dez ocorrências, nas quais foram vítimas oito homens e duas mulheres. Fevereiro registrou a morte de nove pessoas vítimas de acidentes de trânsito. No período, sete homens morreram, além de uma mulher e outra pessoa que não teve o sexo preenchido.
O Infosiga analisa as mortes que envolvem colisões entre veículos, motocicletas, caminhões e ônibus. Os dados indicam ainda, quantas pessoas morreram vítimas de atropelamento. O sistema contabiliza todas as mortes que são registradas no trânsito dos municípios do Estado de São Paulo. Os dados são obtidos por meio dos boletins de ocorrência que são registrados nas cidades.
Em janeiro, das oito mortes, seis foram homens, uma mulher e outra pessoa que não teve o sexo identificado. O mesmo número foi contabilizado em março, com a diferença que em cinco casos o sexo não foi divulgado. Neste mês, uma mulher e dois homens morreram. Em seguida, aparece maio com sete mortes, seis de homens e uma vítima não identificada.
Dezembro registrou cinco mortes, todas de homens. Em agosto, as quatro vítimas também eram do sexo masculino. Em outubro, três pessoas (dois homens e uma mulher) perderam a vida. Junho, setembro e novembro contabilizaram cada um duas mortes.