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Até fevereiro, o parque Municipal Max Feffer, em Suzano, vai abrigar uma base móvel e uma fixa da Guarda Civil Municipal (GCM). O início da implantação está previsto para a próxima segunda-feira e a estimativa é que tudo fique pronto em um prazo de até 20 dias. Enquanto as estruturas não são concluídas, os agentes já realizam rondas no local. As informações foram confirmadas pelo secretário Municipal de Segurança Cidadã, Fátimo Aparecido Rodrigues.
O espaço que abrigava a concha acústica que, inclusive, já foi alvo de vandalismo, dará lugar a nova base permanente da GCM, onde também ficará a móvel para dar suporte à equipe. De acordo com o secretário de segurança, ainda faltam alguns detalhes para que as bases entrem em operação. "Precisamos de uma estrutura elétrica, até mesmo para a funcionalidade da base móvel", explicou.
O chefe da pasta também adiantou que, futuramente, a base móvel poderá dar suporte para uma câmera com grande capacidade de alcance. "Esse projeto já faz parte da segunda etapa, mas também estudamos colocar sistema de monitoramento por câmera na base fixa", revelou, sem dar prazos.
A base permanente vai abrigar cerca de 12 guardas, que devem trabalhar em esquema de revezamento. Porém, enquanto a estrutura não é instalada, os agentes já atuam no local. "O parque é um espaço muito grande, mas a GCM já realiza a ronda por 24 horas. Temos uma viatura permanente por lá".
Melhoria
A presença de GCMs no Max Feffer já traziam a sensação de segurança aos frequentadores. "Apesar de serem poucos oficiais, acredito que a presença da guarda já nos tranquiliza e inibe a ação de criminosos", avaliou a professora Kátia Cilene Pereira, de 43 anos.
O conferente Douglas Ferreira, 38, também acredita em melhorias. "O maior problema com a falta de segurança é no domingo, quando muita gente frequenta o espaço. A presença dos guardas já é o primeiro passo para melhorar a situação e diminuir a criminalidade no parque".
Neste período de férias, muitas famílias procuram os parques como opção de lazer, como é o caso do analista de suporte Renato Silva, 43. Ele elogiou a presença dos guardas no local. "Traz mais sensação de segurança e tranquilidade para nós", disse. "Com guardas por perto, nós ficamos até mais a vontade e eu me sinto mais tranquilo em trazer as crianças".
Um dos frequentadores, que terá a identidade preservada, disse que o tráfico ainda é um problema. "A guarda ainda não me trouxe a sensação de segurança. Já vi muito moleque passando de bicicleta por aqui para repassar drogas", denunciou.