Amanhã, os 51 restaurantes Bom Prato oferecerão um cardápio natalino para os frequentadores. As refeições começam a ser servidas às 10h30 (preferencialmente para idosos, gestantes e pessoas com deficiência) e às 11 horas para o público em geral. Adultos pagam R$ 1,00 e crianças com até 6 anos têm a refeição gratuita.
Os cardápios especiais são diferentes para cada restaurante. Dentre os pratos principais, foram escolhidos ou o pernil assado, ou chester ou copa lombo com diferentes acompanhamentos. O almoço é composto de arroz, feijão, prato principal, guarnição, salada, sobremesa e suco.
As unidades do Bom Prato funcionam normalmente de segunda a sexta-feira e, desde outubro deste ano, o governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), aumentou em 10,09% o subsídio das refeições para as entidades gestoras do Bom Prato. Com isso, o valor repassado pelo governo passou de
R$ 4,81 para R$ 5,19 para o almoço e de R$ 1,53 para R$ 1,63 para o café da manhã.
Para a população, o valor do almoço a R$ 1,00 e o café da manhã a R$ 0,50 permanecerá o mesmo. A rede de restaurantes Bom Prato serve diariamente mais de 84 mil refeições.
O reajuste foi calculado levando em conta a inflação acumulada nos últimos doze meses (com base no Dieese, IPCA e IGPM). Atualmente, a Secretaria mantém convênios com 41 entidades que gerenciam 51 restaurantes Bom Prato. São 22 localizadas na capital, oito na Grande São Paulo, seis no litoral e 15 no interior.
Em outubro de 2015, a Secretaria já havia realizado aumento no repasse de 10%. Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, com o reajuste o governo reafirma seu compromisso de manter o funcionamento do programa com qualidade e baixo custo. "A crise econômica afeta a todos nós. Em São Paulo a prioridade são aqueles em situação de maior vulnerabilidade e os programas de segurança alimentar são fundamentais para a saúde e a garantia de direito dos paulistas", diz.
Em 15 anos de atendimento, o programa já serviu mais de 166 milhões de refeições e foram investidos pelo Estado mais de R$ 420 milhões para custeio das refeições, implantação e revitalização das unidades.