A pouco mais de um mês para o verão, começa a aumentar o número de afogamentos em praias, piscinas, rios, lagoas e represas.
É justamente nesse período, entre o início das férias escolares e o Carnaval, onde se verifica um acréscimo significativo de mortes. Para orientar a população em relação a esses riscos, o Corpo de Bombeiros oferece dicas de cuidados aos banhistas.
Para buscar lazer em locais onde seja possível aliviar as forte temperaturas é natural que muitas pessoas, principalmente os jovens, procurem por lugares poucos fiscalizados.
Além dos inúmeros perigos que se escondem nesses locais, há ainda a desinformação dos banhistas, abuso de bebidas alcoólicas e não utilização de equipamentos adequados necessários.
Os bombeiros pedem aos pais que mantenham os filhos no seu campo visual, e que nas praias procurem identificá-los por meio de pulseiras, já que crianças se perdem com facilidade. Além disso, eles alertam para que não as deixem desacompanhadas ou sem supervisão de um adulto na água, seja no mar ou mesmo em piscinas infláveis em casa.
De acordo com a corporação, somente nas piscinas deve-se usar boias infláveis nos braços, próprios para tal finalidade, e não em lugares abertos, como praias e represas.
No litoral, o Corpo de Bombeiros orienta os banhistas a manterem-se afastados das costeiras e pedras, já que existe o risco de alguém escorregar ou ser derrubado pelas ondas. Caso isso ocorra, a dica é não entrar em pânico, procurar tentar boiar e pedir ajuda.
Para utilizar embarcações, tais como motos aquáticas, barcos e lanchas, é importante se certificar das legislações existentes, assim como dos cuidados com a segurança, própria e dos banhistas próximos, se atentando à necessidade de utilizar os coletes apropriados.
Já para o caso de ser arrastado por uma corrente para o mar, a orientação é nadar paralelamente ao alinhamento dos prédios que ficam de frente para a praia.