Brasil, o país dos exageros. Há informações na Google que o Brasil tem 15.004 sindicatos neste número inclui-se os sindicatos patronais (em torno de 5.000), enquanto que em alguns países europeus o número não ultrapassa a 170, ou seja, Reino Unido 168, Dinamarca 164 e Argentina 91. Logicamente os direitos dos trabalhadores e dos empresários devem ser defendidos por entidades que os representam. Entretanto, no Brasil, há um exagero de sindicatos dos trabalhadores, assim como o número de faculdades de Direito. Este País varonil tem cerca de 1.300 cursos de direito. Há mais faculdades de Direito no Brasil, do que toda a Europa, Estados Unidos e Canadá reunidos. Inúmeros sindicatos fazem muito mais política do que a defesa dos interesses dos seus filiados. Às vezes falta bom senso aos dirigentes dos sindicatos. Nesta semana o País viveu uma das maiores greves dos bancários. Obviamente que devem defender os seus direitos, mas não podem prejudicar os correntistas. A tendência é diminuir o número de bancários, devido ao sistema eletrônico, pagamentos via internet, caixas eletrônicos e lotéricas. O drama que prejudica a população é quando dirigentes sindicais exageram e tentam paralisar o País e, com isso, criam inúmeros prejuízos para quem trabalha e produz. Do lado empresarial há prejuízos trazidos pelos governos de hoje e todos que já passaram, pois, neste País se recolhem 63 tributos. O empresário reclama dos tributos exagerados (e com razão), o governo, por sua vez, reclama das sonegações e os trabalhadores querem melhorar os seus ganhos. Quem "paga o pato" é o povo. Um litro de gasolina poderia custar noventa centavos; um automóvel cujo valor é de sessenta mil reais poderia ter custo de trinta mil. Por que a nossa economia é assim? Devido a gastos exagerados em alguns setores e na política, enquanto outros mendigam. É ou não é um país subdesenvolvido. O FMI (Fundo Monetário Internacional) informou na imprensa que em 2017 o Brasil voltará a ser a 8ª economia do planeta. Ótimo! Mas e as dívidas, o déficit público, a dívida interna pública e a distribuição de rendas. Alguns sindicatos têm razões, mas há outros que somente fazem política. Vejam quantas reformas o País necessita para se desenvolver e ajudar a elevar as consciências do povo, das instituições e dos políticos. É uma luta desigual. Quem sabe no ano 2050, o País melhore!