As eleições para a Câmara de Mogi das Cruzes, realizadas no domingo passado, alteraram a distribuição dos partidos políticos no Legislativo. Algumas siglas perderam vereadores enquanto outras ganharam maior representatividade. Houve ainda os que mantiveram o número de cadeiras. O PPS, do vereador Carlos Lucarefski, foi o único que deixou de ser representado.
O PSD vai ocupar a partir do ano que vem a maior bancada na Câmara, com cinco cadeiras, a mesma quantidade da atual legislatura. Hoje, o PR conta com o maior número de parlamentares (seis). A partir de 2017, os republicanos terão quatro lugares. Em seguida, aparece o PMDB, que hoje conta com quatro vagas, sendo duas dos vereadores Olímpio Tomiyama, ex-PSC, e Roberto Valença ex-PRB, que se mudaram para o partido nesse ano. Na próxima legislatura, o PMDB terá três cadeiras.
O PSDB conseguiu dobrar o número de lugares em relação à atual bancada. Os tucanos saltaram de duas para quatro cadeiras. Outro partido que dobrou sua participação no Legislativo mogiano foi o PV, que saiu de um para dois lugares, além do PT, que também terá dois candidatos em 2017.
O presidente municipal do PT, Rodrigo Valverde, afirmou que a campanha dos petistas foi difícil por causa do atual momento da sigla (devido ao eenvolvimento com grandes escândalos políticos no País), que o número de votos caiu, mas que, na região, Mogi das Cruzes apresentou o melhor resultado, dobrando a participação na Câmara.
Alguns partidos mantiveram o número de cadeiras e até os vereadores. Esse é o caso do PSB, que reelegeu o vereador Francisco Moacir Bezerra de Melo Filho, o Chico Bezerra, além do do PCdoB, que trouxe novamente o vereador Jean Lopes, e do DEM, que elegeu o vereador Marcos Furlan para mais um mandato.