Os atrasos nos horários dos ônibus municipais de Mogi das Cruzes foram criticados pelo vereador Iduigues Ferreira Martins (PT). De acordo com o petista, na terça-feira, o atraso na linha que atende o Jardim Ivete provocou confusão no Terminal Central. Durante a sessão, os vereadores debateram ainda o problema da segurança pública. Eles pretendem encaminhar uma moção ao governo do Estado para cobrar mais efetivo e viaturas para o município.
Segundo Martins, que é membro da Comissão de Transporte e Segurança Pública da Câmara, a questão dos coletivos será debatida com o presidente do grupo, vereador Claudio Miyake (PSDB). Ele pedirá ainda informações para a Secretaria Municipal de Transportes. Na semana passada, o Mogi News divulgou uma matéria em que os atrasos nos ônibus foram apontados como um dos principais problemas do transporte público.
Para o petista, é preciso fiscalizar os horários de partida e chegada, tanto nos bairros quanto nos terminais. Martins lembrou que a comissão desenvolveu um trabalho junto às concessionárias e à Secretaria de Transportes para discutir e tentar buscar soluções para os problemas no transporte público.
Martins afirmou que pedirá informações para a Secretaria de Transportes sobre o atraso no Terminal Central. "É preciso voltar a debater o tema do transporte público. A regularidade dos ônibus é um problema que tem ocorrido. Os atrasos nas saídas dos coletivos acontece com frequência. Ontem (terça-feira), os ônibus da linha 201 (Jardim Ivete) das 18h25 e 18h45 saíram juntos, gerando revolta no Terminal Central", disse.
Segurança
Antonio Lino da Silva (PSD) aproveitou a sessão para cobrar mais investimentos do governo do Estado em relação à segurança pública. De acordo com ele, bases da Polícia Militar em Brás Cubas não estão funcionando e o número de viaturas é pequeno. "Recebo reclamações constantes sobre falta de segurança nas avenidas, ruas e no comércio", disse.
O presidente do Legislativo, Mauro Araújo (PMDB), sugeriu a criação de uma moção pedindo informações ao Estado. "A população se sente insegura. É nosso papel cobrar os responsáveis e chamar a atenção do comando geral da PM", destacou.