O Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais, celebrado em 28 de julho, foi marcado por orientação, ações preventivas e testes rápidos oferecidos gratuitamente em todas as unidades de saúde de Itaquaquecetuba.
A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vem desenvolvendo ao longo do mês de julho uma programação especial para abordar o tema e conversar com a população sobre como evitar a contaminação, a importância do diagnóstico precoce e as formas de tratamento, uma vez que a hepatite é uma doença silenciosa. Para ter acesso aos testes e a todas essas informações, basta procurar a unidade de saúde mais próxima.
Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde vem realizando ações de saúde pelos bairros do município. Nessas oportunidades são oferecidos os testes rápidos (com a disponibilização do resultado em no máximo 5 minutos). Desde o começo do ano foram realizadas 19 ações de saúde, em pontos estratégicos e vinculadas com outras ofertas de serviços, como por exemplo, testes para HIV/AIDS e para sífilis.
Ainda de acordo com a Secretaria de Saúde, em cada uma dessas ações são feitos aproximadamente 50 testes rápidos, para hepatite inclusive. A positividade está em torno de 5% dos resultados.
Em Itaquaquecetuba também foi instituído no protocolo da Rede Cegonha municipal a oferta de testes rápidos para as gestantes. O trabalho está acontecendo em todas as 17 unidades de saúde da cidade e no Centro de Especialidades.
Hepatites
Especialistas explicam que as hepatites B e C são doenças causadas por vírus que atacam o fígado. No caso do vírus da Hepatite B, eles são transmitidos por meio de relações sexuais, transfusões com sangue contaminado e de mãe para filho através da placenta. Geralmente, os sintomas são: febre, dores de cabeça, náuseas, vômitos e dores musculares, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Esses sinais costumam aparecer de um a seis meses após a infecção.
Já os vírus da Hepatite C, normalmente são assintomáticos, entretanto em algumas pessoas podem desenvolver icterícia e sentir dores de cabeça e de garganta, vômitos e fadiga. Os especialistas alertam que o maior perigo é a doença evoluir para cirrose hepática, além do risco de câncer de fígado.