A Prefeitura de Mogi das Cruzes informou que a demanda por sepulturas no município está sendo atendida. Na quinta-feira, o presidente da Comissão Especial de Vereadores (CEV) dos cemitérios, o vereador Benedito Taubaté Guimarães (PMDB), havia divulgado que o cemitério da Saudade, na Vila Lavínia, estaria perto de seu limite. A administração municipal disse que o local possui entre 900 e mil sepulturas provisórias, que podem ser utilizadas para novos sepultamentos a cada 3 anos.
De acordo com a Secretaria Municipal de Governo, novos investimentos estão sendo feitos no cemitério da Saudade, como a criação de 1,1 mil novos nichos, em fase final de conclusão, e que serão entregues em breve.
A pasta informou que "o cemitério da Saudade possui 8.850 jazigos, entre perpétuos e provisórios. Neste último caso, as famílias podem fazer o sepultamento e obter a concessão da sepultura por um período de até 36 meses. Passado esse período, é feita a remoção dos restos mortais, mediante prévio comunicado aos familiares. Esta remoção pode ser feita para nichos localizados no próprio Cemitério da Saudade ou para outros cemitérios. Se a família não fizer esta opção, os restos mortais são encaminhados ao ossário geral".
A Secretaria Municipal de Governo informou que, desde 2004, não é possível fazer novas concessões perpétuas nos cemitérios municipais. "Nos cemitérios São Salvador e de Sabaúna, as sepulturas são perpétuas e elas podem ser utilizadas para sepultamentos dos familiares do concessionário. O mesmo se aplica às sepulturas perpétuas do cemitério da Saudade", informou a nota.
No caso do cemitério da Saudade, a Prefeitura afirmou que existem entre 900 e mil sepulturas provisórias. "Elas podem ser utilizadas para novos sepultamentos. Este número é renovado, periodicamente, com a remoção de restos mortais, que é realizada após 36 meses. Sendo assim, a demanda do município está sendo atendida".
Segundo o presidente da CEV, novas reuniões serão realizadas para debater o assunto na cidade.