Depois do sucesso na estreia como colunista do Mogi News, Thales Talarico assume hoje a coluna social do Diário do Alto Tietê (Dat). Nascido em Suzano, em uma das famílias tradicionais da cidade, este arquiteto por formação, aos 16 anos se apaixonou pelo mundo da moda. Hoje, depois de sete anos à frente da coluna Chiquérrimo, do jornal A Semana, Thales, que é diretor criativo da agência T720 e da maison que leva o seu nome, comemora este novo desafio. "Estou muito feliz e me senti abraçado pelo Grupo Mogi News de Comunicação, especialmente pelo Sidney e a Sônia (Moraes). Quero muito poder contribuir com esta família". Aos 35 anos, este profissional de múltiplos talentos, que mora em Mogi, é casado com Rosângela e pai de Maya, de quatro meses. Ele se prepara também para a sétima edição do Chiquérrimo Noivas, no Clube Náutico Mogiano, entre os dias 17 e 20 de maio. Saiba mais sobre a trajetória do novo colunista do Mogi News nesta entrevista.
Mogi News: Como foi aceitar este novo desafio nos jornais do Grupo Mogi News?
Thales Talarico: É uma responsabilidade muito grande. Os melhores colunistas de Mogi já passaram pelo Grupo Mogi News, e cada um teve a sua marca na cidade. Agora é o momento de eu tomar partido nesta importante empresa. Estou muito feliz.
MN: O que os leitores podem esperar de sua nova coluna?
Thales: Na minha coluna vou repercutir pessoas que fazem o bem, que participam da sociedade de forma positiva e que fazem girar esse mercado. Vou trazer esse momento bom e gostoso que é quando se fala em festa.
MN: Quais suas recordações de Suzano e região?
Thales: Suzano me lembra as idas ao restaurante Princesa, que era do meu avô Pedro Talarico Sobrinho, o seu Didi. Tenho saudades do Clube Mirambava. Hoje, meus pais, Miriam Talarico e Walter Cruz Teixeira, ainda moram na cidade, assim como meu avô, que em junho comemora 89 anos. Minha família tem nomes tradicionais na cidade como meu tio tataravô Armando de Ré, que dá nome ao teatro municipal, e Batista Renzi, que foi meu tataravô. Em Poá, me recordo do Clube Concórida, que frequentávamos quando a Nancy e o Wagner Salomão eram presidentes. É muito bom poder lembrar desses momentos.
MN: Como foi o início de sua carreira?
Thales: Minha formação é arquiteto com especialização em Engenharia de Tráfego. Trabalhei na CET (Central de Engenharia de Tráfego) de São Paulo, onde fiz carreira. Depois, eu me desencantei com a profissão. Eu só trabalho com aquilo que eu amo. Em paralelo, desde os 16 anos, depois de conhecer uma menina que não sabia se vestir, comecei a pesquisar coisas de moda, e, em pouco tempo, estava trabalhando como personal stylist na São Paulo Fashion Week.
MN: Como se decidiu pelo mundo da moda e depois pelo colunismo?
Thales: Eu descobri que sou muito ansioso. Casas demoravam até três anos para ficarem prontas, e roupas, em 30 dias. Assim vim para este universo da moda. Atualmente, eu me considero um diretor criativo, eu gosto de criar.
MN: E a carreira como colunista?
Thales: Comecei escrevendo um suplemento feminino e me envolvi em eventos sociais por causa da minha carreira como estilista. Em 2009, surgiu o convite do jornal A Semana para assumir a coluna social.
MN: Como avalia a sua trajetória no semanário?
Thales: Foi primordial. A Fabíola (Pupo) e o João Manoel (Beraldi) abriram espaço para mim na cidade. Eles me ajudaram a crescer não só profissionalmente como também me passaram muitos princípios. É uma empresa também muito familiar, idônea, que me mostrou o que é responsabilidade. Sou muito agradecido por estes sete anos no colunismo, não só a eles, como toda a família.
MN: Você se tornou pai recentemente, como está sendo esta experiência?
Thales: Eu costumo dizer que, quando o amor não cabe no peito, ele nasce, e assim é a Maya. É muito bom, construí uma família linda. São 14 anos com a Rosângela, um amor que me emociona. Ela é uma mulher que me entende, me acompanha, uma parceira para toda a vida.
MN: Quais são os seus planos para o futuro? O que esperar do Chiquérrimo Noivas?
Thales: Depois da Maya, deixei as salas comerciais que tinha no centro de Mogi e mudamos para a Vila Oliveira. Estamos em uma casa, onde foi construída a maison e vai receber também aulas de automaquiagem e outras mais. Sobre o Chiquérrimo, surgiu em 2010, já com um público de três mil pessoas, e hoje temos uma média de oito mil pessoas em cada edição. Este ano serão 58 empresas do Alto Tietê reunidas.