Natural de São Paulo, aos 43 anos recém-completos, Emílio Orciollo Neto pode se considerar experiente com personagens secundários que se destacam. O feito se repete agora em "Sol Nascente", mas já aconteceu em trabalhos como o remake de "Anjo Mau", na controversa "Esperança" e, especialmente, no sucesso "Alma Gêmea", de 2005. Na pele do rabugento Crispim, o ator fez graça com os bordões e o jeito interiorano do papel. "Não tenho a pretensão de que todo trabalho será um sucesso. Faço o meu melhor e, se acontecer, ótimo. Vou aproveitando o texto que tenho em mãos", afirma. Emílio participará em breve da divulgação de três longas e retomará um projeto teatral. (T.P.)