Os investigadores Cristóvão de Oliveira de Faria, de 55 anos, Flávio Augusto de Souza Batista, de 47, e Paulo Sérgio de Mello, de 49, foram condenados a 4 anos, 9 meses e 5 dias de prisão por extorsão a comerciantes em Taiaçupeba, zona rural de Mogi das Cruzes, durante fiscalização de cigarros contrabandeados. Os investigadores eram atuantes no 2º Distrito Policial de Braz Cubas e, além da pena, foram condenados a perda de cargo público e pagamento de multa.
O caso aconteceu depois que o então major Anderson Caldeira, que estava na função de comandante interino do 17ª Batalhão da Polícia Militar, acusou os investigadores de cometerem o crime. Hoje, como comandante do 35º Batalhão de Itaquaquecetuba, Caldeira foi testemunha do caso. A decisão da condenação foi feita pelo juiz Paulo Deroma de Melo, da 3ª Vara Criminal, entretanto, ele permitiu que os policiais cumpram a pena em liberdade. (L.P.)