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Nem bem o impacto do acidente havia sido assimilado e as investigações sobre o que teria causado o desastre, que vitimou 18 pessoas já começaram.
No inquérito 268/16, o delegado-titular da Delegacia de Polícia de Bertioga, Mauricio Barbosa Júlio, afirmou ontem à tarde que antes de fazer qualquer alegação é preciso esperar a perícia técnica.
"Só poderemos entender o que ocorreu quando eu tiver a lista completa com os sobrevivente e ouvi-los. Se eu falar que o ônibus estava em alta velocidade eu já estaria pré-julgando que o motorista (Antônio Carlos da Silva) pode ser o culpado. A realização da perícia também vai ajudar muito nesse caso".
Apesar disso, o delegado destacou que o caso foi registrado como homicídio culposo, ou seja, sem a intenção de matar. "Não tem um indiciado. Não ouvi ninguém ainda para que possa determinar alguma coisa. O que recebi até agora é que o veículo estava com a documentação em dia, além de não ter, aparentemente, problemas mecânicos".
Mais cedo, o delegado plantonista que atendeu o caso, Fábio Pierre, revelou à Imprensa que o ônibus estava acima do limite permitido. "Inicialmente, posso falar que houve excesso de velocidade. Agora temos que montar o quebra-cabeça de tudo".
Quanto às condições de tráfego, não há a confirmação se havia ou não neblina na hora do acidente, entretanto a Polícia Civil explicou que a pista poderia estar escorregadia no momento da volta para o litoral. (F.M.)
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