O Alto Tietê avançou positivamente nas estatísticas relacionadas ao vírus H1N1, também conhecida como Gripe A. Neste ano, a região não registrou óbitos e o número de ocorrências da doença também caiu. No ano passado, mais de cem pessoas foram infectadas e aproximadamente 20 morreram por conta da gripe.
Atualmente, mais de 300 mil pessoas foram imunizadas na região e, apesar de as campanhas de vacinação terem acabado, as doses continuam disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), com exceção de Arujá, que estão com os estoques esgotados devido a grande adesão.
As vacinas protegem contra as gripes H1N1, H3N2 e Influenza A e B, as mais frequentes no Brasil. Esses são os vírus mais agressivos porque causam a síndrome respiratória aguda grave, que atingem diretamente os pulmões podendo levar a vítima à morte.
Neste ano, oito casos da gripe foram contabilizados em quatro municípios do Alto Tietê. Mogi das Cruzes lidera o ranking com cinco confirmações da doença neste ano contra 37 em 2016.
O município mogiano também foi o que registrou o maior número de óbitos no ano passado, 11 no total. "A campanha já está encerrada, mas ainda há doses disponíveis em quase todos os postos de saúde", informou a prefeitura, por meio de nota.
Poá notificou nove casos de influenza em oito meses deste ano. Porém, apenas um foi confirmado até o momento e três aguardam resultado de exame, segundo adiantou a Secretaria de Saúde do município.
No ano passado, a cidade contabilizou nove confirmações do vírus e dois óbitos. "Ainda temos vacina disponível para os grupos prioritários e os outros grupos que foram incluídos durante a campanha", acrescentou a pasta.
Na cidade de Guararema, uma pessoa foi infectada pelo vírus H1N1, contra três registradas em todo o ano passado
Já em Ferraz de Vasconcelos, foram notificadas 13 ocorrências da Gripe A, no qual apenas um foi confirmado. Números positivos em relação ao ano passado, quando a cidade registrou 73 notificações e 19 casos positivos do vírus.
A prefeitura ressaltou que todas as UBS estão com doses da vacina disponível para a população.
Arujá, Itaquaquecetuba e Suzano não registraram casos de pessoas infectadas pela síndrome respiratória aguda grave neste ano. No entanto, em 2016, mais de vinte registros foram confirmados, com exceção do município arujaense, onde não houve caso algum da doença nos dois últimos anos e onde as doses da vacina também estão esgotadas.