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Desde o último sábado, Suzano conta com uma estação hidrológica, equipamento que vai coletar dados e reforçar o monitoramento das chuvas, em tempo real, já que também disponibiliza um pluviômetro automático. A Plataforma de Coleta de Dados (PCD) foi instalada pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) na ponte do Rio Tietê, no Parque Maria Helena. A tecnologia também permite que as ações preventivas sejam realizadas com antecedência.
O equipamento monitora o nível das águas do rio e a precipitação de chuva. A instalação da estação hidrológica teve o auxílio da Defesa Civil e da Secretaria de Trânsito e Mobilidade Urbana. "Agora, o trabalho de monitoramento com estes novos dados será constante por parte das equipes da prefeitura", garantiu a administração municipal.
Para a Defesa Civil, a estação é um complemento fundamental para o serviço de monitoramento em Suzano. Atualmente, o município possui quatro pluviômetros, que estão distribuídos em pontos estratégicos que alcançam todas as regiões da cidade. Três deles são automáticos e permite o monitoramento em tempo real.
A região do bairros Jardim Revista, Miguel Badra e Boa Vista tem um equipamento manual. Nesse caso, é necessário que uma equipe se desloque até o local para coletar os dados.
A nova estação de monitoramento hidrológico abrange a mesma região, segundo adiantou a Prefeitura de Suzano. "Portanto, agora, a Defesa Civil tem condições de monitorar em tempo real todas as regiões da cidade", afirmou o órgão em uma nota. "Este é um avanço importante; com esta estação é possível checar a variação do nível do Rio Tietê em tempo real e assim acionar as medidas preventivas com antecedência para evitar problemas na cidade", informou a administração municipal, destacando que o monitoramento inclui, principalmente, a área dos bairros Parque Maria Helena, Miguel Badra Baixo e Vila Maluf.
De acordo com o Cemaden, a estação tem como objetivo realizar a medida, o armazenamento e a transmissão de dados hidrológicos, monitorando o nível do rio, através de um sensor tipo radar, e da precipitação. O equipamento inclui uma câmera integrada, permitindo registros fotográficos em tempo real da situação do Tietê, principalmente, referente a enxurradas, erosão de margens e alagamentos do núcleo urbano.
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