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No Alto Tietê, seis cidades contam com câmeras de monitoramento em espaços públicos. Esses equipamentos auxiliam no flagrante de diversas ocorrências, inclusive criminais, desde vandalismo, roubos, tráfico de drogas e até acidentes de trânsito. Os dispositivos são operados pela Guarda Civil Municipal (GCM) em uma central de controle e supervisão, com acesso às Polícias Civil e Militar. A região conta com mais de 440 câmeras instaladas em diversas ruas e praças dos municípios de Mogi das Cruzes, Poá, Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Santa Isabel, Arujá e Biritiba Mirim, das quais 70,5% estão na cidade mogiana.
O município de Suzano tem sido alvo de muitos atos de vandalismo, principalmente no Parque Municipal Max Feffer, onde há um projeto para a contratação de uma empresa responsável em realizar os serviços, além de manutenção preventiva nos demais equipamentos da cidade, mas a prefeitura não informou quando isso deve ser concluído.
Atualmente, a cidade suzanense, que tem 206,2 quilômetros quadrados, conta com apenas 23 câmeras, ou seja, uma média de um equipamento para cada 8,9 quilômetros.
Os equipamentos estão instalados no quadrilátero central, além do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, que é monitorado pela GCM. A Secretaria de Defesa Civil e Social disse que tem a intenção de duplicar o número de câmeras, mas não deu previsão de quando isso deve acontecer.
Mogi é a cidade da região com o maior número de equipamentos para vigilância da região. Atualmente, a cidade conta com 206 câmeras fixas e 94 móveis, segundo dados divulgados pela Secretaria Municipal de Segurança. Em média há um aparelho a cada 2,37 quilômetros. Esses dispositivos estão espalhados em diversos pontos, como nas entradas e saídas da cidade e no Centro Histórico, Centro Cívico, César de Souza, Mogilar, Brás Cubas, Jundiapeba e Jardim Universo.