O Brasil é uma mistura de diferentes povos, especialmente os originários, que como o próprio nome diz, são nossa origem, os primeiros moradores do nosso território. Neste domingo celebramos o Dia dos Povos Indígenas, e não muito longe temos representantes deste povo que faz parte da nossa história.
A reportagem traz representantes de aldeias em Bertioga e Mogi das Cruzes, e ainda uma vivência feita por professores da rede municipal de Ferraz de Vasconcelos em uma aldeia de Guarulhos. Nos três locais, várias etnias convivem e fortalecem suas tradições, inclusive com a presença de escolas, como ocorre em Mogi.
Mais que uma data pontual, como afirma um dos entrevistados, o trabalho desenvolvido por eles, abrindo seu modo de vida e sua cultura para visitas com agendamento prévio, como ocorre em Mogi. É um momento de quebrar estereótipos construídos ao longo de tantos anos, mostrando que a representatividade cultural compartilhada por tantas etnias, fortalecendo nossa diversidade, fazendo do Brasil o que ele é.
Como outras datas, o momento chama a atenção para um desafio diário de integração e respeito pelas diferenças culturais. É um caminho para que isso ocorra de forma efetiva é pela educação, trabalhando não apenas a data em si nas salas de aulas, mas também por meio de vivências como foi oferecido em Ferraz. Apenas o conhecimento quebra os pré-conceitos, e a partir dele é possível multiplicar os aprendizados, melhorando nossa sociedade.
Reduziremos as desigualdades e a distância entre os muitos povos que formam nosso país, por meio do conhecimento, da abertura ao diálogo e a disseminação de informações de forma democrática, desmistificando o que exclui e isola os diferentes grupos populacionais do país. É preciso reconhecer as origens e abrir espaço para que todos possam se expressar, de forma a construir o diálogo, estabelecer pontes, e não apenas confirmar crenças.
Que o Dia dos Povos Indígenas seja de celebração e reflexão sobre o futuro que queremos para todos os que deram e dão vida à nossa nação.