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O ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu anteontem converter a prisão do presidente do PSC, Pastor Everaldo, de temporária para preventiva (que não tem prazo para acabar). A determinação do ministro atende a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Pastor Everaldo é apontado pela PGR como um dos líderes dos três grupos instalados no governo fluminense para desvio de recursos e contratações irregulares. O pastor foi preso no dia 28 de agosto, no âmbito da mesma operação que afastou Wilson Witzel (PSC) do Palácio Guanabara. Na última quarta-feira, por 14 a 1, a Corte Especial do STJ confirmou o afastamento de Witzel do cargo.
Segundo as investigações, Pastor Everaldo é suspeito de liderar "um dos grupos criminosos" que atuavam no Executivo e no Legislativo do Rio. Esse grupo, de acordo com o Ministério Público, cobrava propina para direcionar contratos em várias áreas.
"Everaldo instituiu uma 'caixinha única' para pagamentos de vantagens indevidas a agentes públicos da organização criminosa sob investigação, a partir do direcionamento de contratações de organizações sociais e na cobrança de um 'pedágio' sobre a destinação de 'restos a pagar' aos fornecedores", diz representação da subprocuradora-geral Lindôra Araújo ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Em nota, o PSC informou que "considera desnecessária a prisão do Pastor Everaldo, um cidadão que sempre esteve à disposição das autoridades". (E.C.)
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