Marbor
Em reunião marcada para hoje, às 9h30, o presidente do Grupo Marbor, Marcos Borenstein, apresentará ao prefeito Marcus Melo (PSDB) um projeto de revitalização da Vila Helio, região do centro de Mogi das Cruzes que foi fundada por seu pai, Helio Borenstein.
Valorização
O projeto foi elaborado pela Coutinho Arquitetura, empresa escolhida a partir de um concurso de arquitetos realizado pelo Grupo Marbor. O escritório criou um plano que prevê ampliação de calçadas, acessibilidade, paisagismo e outros diferenciais para valorizar aquela parte do centro e beneficiar motoristas e pedestres que passam pela região.
Investimentos
O valor das emendas parlamentares solicitadas pelo vice-prefeito Juliano Abe (PSD) ao deputado federal Gilberto Nascimento (PSC-SP), conforme informou ontem a coluna, totalizam R$ 800 mil para Mogi. A maior parte delas,
R$ 500 mil, seria destinada a políticas públicas em prol dos idosos e o restante, R$ 300 mil, para infraestrutura e regularização fundiária.
Correção
E ao contrário do que foi divulgado neste espaço ontem, nada desse montante que poderá ser viabilizado a partir da atuação de Gilberto Nascimento diz respeito ao projeto Parque Várzeas do Tietê, que conta com recursos do governo do Estado e financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Caminhada
O Grupo de Apoio a Pessoas com Câncer (GAPC) realiza hoje a 9ª Caminhada de Combate ao Câncer. A concentração será às 9 horas, na Praça São Benedito, com alongamento e apresentação da Banda da Polícia Militar. A saída está prevista para 10 horas. A chegada será no Largo do Rosário, onde o ônibus-consultório do GAPC fará consultas e orientação sobre prevenção de câncer bucal, aferimento de pressão, massagem e aula de zumba.
Ação
Promotores de Justiça do Ministério Público de São Paulo ajuizaram uma ação civil pública ambiental e de improbidade administrativa contra Ricardo Salles, secretário de Estado de Meio Ambiente. Eles o acusam de ter participado da alteração dos mapas de zoneamento do Plano de Manejo da APA da Várzea do Rio Tietê. E alegam que a mudança foi em favorecimento de mineradoras e empresas ligadas à Fiesp.