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O plenário do Senado aprovou ontem o nome do economista Ilan Goldfajn para a presidência do Banco Central. A indicação recebeu 56 votos favoráveis e 13 contrários, a maior parte deles dos senadores de oposição, que compunham a base do governo de Dilma Rousseff. Foi registrada uma abstenção. A votação foi secreta.
Entre o que votaram contra a indicação está o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que se queixou da iniciativa do presidente interino Michel Temer de mudar o comando do Banco Central, antes que o processo de impeachment seja concluído.
Entre os defensores de Goldfajn, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) lembrou que o nome do economista foi um dos poucos, com alta convergência, entre as indicações feitas por Temer para seu governo. "A aprovação do seu nome por este Senado Federal, a meu ver, é uma sinalização extremamente positiva no caminho daquilo que é essencial na nossa política econômica e que havíamos perdido ao longo dos últimos anos: previsibilidade, clareza de qual é o rumo, qual o caminho que deveremos percorrer na condução do guardião da nossa moeda, na condução do Banco Central", afirmou.
O economista vai substituir Alexandre Tombini no comando do Banco Central. Goldfajn foi sabatinado ontem na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. O economista destacou que a política monetária, conduzida pelo Banco Central, é complementar à política fiscal. Goldfajn sinalizou o comprometimento do governo com a estabilidade fiscal para permitir a volta da confiança. (A.B.)
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